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Índio da Cuíca passeia entre o samba e a cultura pop em ZING ZING

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Créditos: Rafael Meliga

Segundo disco solo do mestre da cuíca conta com participações de Ana Frango Elétrico e Siba

Mestre da cuíca, cantor, compositor, instrumentista e showman, Índio da Cuíca apresenta ZING ZING, seu novo álbum de estúdio. Aos 75 anos, o artista lança pelo QTV Selo seu segundo disco solo, unindo ancestralidade e cultura pop em uma proposta afrodiaspórica.

Nascido no morro do Borel e criado no universo das escolas de samba cariocas, Índio tem mais de cinco décadas de carreira. O artista já excursionou da Suíça à Tunísia e gravou com nomes como Alcione, Jair Rodrigues e Roberto Carlos, além de se destacar pela habilidade de transformar a cuíca em um instrumento melódico.

Após o disco de estreia, Malandro 5 Estrelas (2021), ZING ZING tem direção musical, arranjos e violões de Gabriel de Aquino e Bernardo Oliveira, que também assina a direção artística ao lado de Paulinho Bicolor. O trabalho mistura samba dub, bandolim, piano, sintetizadores e percussões rituais.

O repertório reúne composições e registros de voz, berimbau e cuíca de Índio, além de participações de Siba, em “Cangalha do Boi”, e Ana Frango Elétrico, em “Alguém Me Chama”. O álbum também conta com versos de Manu da Cuíca, interpretação de Juçara Marçal e regravações de baluartes.

Créditos: Rafael Meliga

Com direção de arte de Rafael Meliga e Lucas Pires e styling de Natasha Ribas, ZING ZING é inspirado na estética da Lapa e nas fotografias de Seydou Keïta e Malick Sidibé.

O disco é um lançamento do QTV Selo e foi realizado através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Governo Federal. ZING ZING está disponível em todas as plataformas de música digital.

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